400 mil euros reforçam a conservação da Tapada Nacional de Mafra

400 mil euros reforçam a conservação da Tapada Nacional de Mafra

O ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes e o secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Catarino visitam esta quarta-feira a Tapada Nacional de Mafra, para conhecer as atividades de silvicultura preventiva, orientada pela equipa local de Sapadores Florestais. Na mesma ocasião, são assinados “dois protocolos entre a Tapada Nacional de Mafra, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), o Fundo Ambiental e a Câmara Municipal de Mafra”, refere o comunicado enviado pelo Ministro do Ambiente e Ação Climática.

O protocolo assinado entre o Fundo Ambiental, a Tapada Nacional de Mafra e o ICNF, com uma verba de “400 mil euros”, prevê a execução de “Ações de Conservação da Natureza, Educação Ambiental, Requalificação e Melhoria das Condições de Visitação”. Segundo a mesma nota, com este protocolo estão previstas, entre outras ações, a “aquisição de equipamentos para a gestão de espaços naturais, florestais e de infraestruturas de apoio à visitação, a aquisição de três carros elétricos para visitação e de meios e conteúdos de sensibilização e educação ambiental, incluindo audioguias e sinalética interpretativa”.

O ministro do Ambiente e Ação Climática recorda que o investimento total em curso direcionado para a conservação da natureza e da biodiversidade é de “50,3 milhões de euros, dos quais cerca de 21 milhões estão alocados aos projetos piloto que abrangem 14 das 47 áreas protegidas em território continental”.

O protocolo entre a Câmara Municipal de Mafra e a Tapada Nacional de Mafra, “Há festa em família na Tapada”, pretende regularizar as visitas e atividades em família para os munícipes do concelho, depois da sua suspensão devido à pandemia Covid-19.

A Tapada Nacional de Mafra, criada por decreto real em 1747, é ocupada quase na totalidade por um manto verde onde coabitam populações de animais selvagens, integrando o sítio “Real Edifício de Mafra – Palácio, basílica, convento, Jardim do Cerco e Tapada”, declarado Património Mundial da Humanidade pela UNESCO em 2019.