Comissão acolhe com agrado acordo sobre legislação indispensável para enfrentar alterações climáticas

Comissão acolhe com agrado acordo sobre legislação indispensável para enfrentar alterações climáticas

O Parlamento Europeu e o Conselho chegaram a um acordo provisório sobre uma proposta legislativa essencial para a implementação dos objetivos da União Europeia (UE) em matéria de clima até 2030, que fazem parte da política da UE destinada a conduzir a transição da Europa para uma economia moderna e limpa. Um quadro regulamentar robusto em matéria de clima é um elemento primordial para a União da Energia da UE e uma transição bem conseguida para uma economia moderna e limpa. Trata-se de uma mudança necessária que exigirá um contributo de todos os setores da economia.

Os incentivos para o uso de terra e florestas de uma forma que não prejudique o clima garantem o crescimento contínuo e a produtividade sustentável das comunidades rurais. Um setor que faça uma utilização da terra sustentavelmente gerida pode fornecer energia e materiais renováveis permitindo que a UE permaneça como líder mundial nestes mercados.

Acolhendo com agrado os acordos políticos, o vice-presidente da União da Energia, Maroš Šefčovič, afirma que este “é mais um passo para a União Europeia na sua missão de honrar os seus compromissos do Acordo de Paris. O acordo de hoje (14 de dezembro) que reconhece o papel da terra e das florestas na mitigação das alterações climáticas coloca a União Europeia firmemente no rumo certo. A ação climática deve superar a mudança climática e estamos uma vez mais a abrir um precedente positivo que outros além da Europa podem seguir”.

Já Miguel Arias Cañete, comissário para a Ação Climática e Energia, acrescenta que “após longas e complexas negociações, chegámos a um acordo que inclui emissões e remoções do uso da terra e das florestas nos nossos esforços coletivos em direção aos objetivos de 2030 e em linha com o nosso compromisso sob o Acordo de Paris. Este é mais um exemplo da determinação da Europa em transformar o Acordo de Paris numa realidade, através de políticas e medidas concretas”.