Contentores enterrados Lasso: Inovação na recolha de resíduos urbanos

Num momento em que municípios em Portugal – e na Europa – procuram soluções eficientes e sustentáveis para a gestão de resíduos urbanos, os contentores enterrados da Lasso — em particular os modelos Green Bee e Red Bee — assumem-se como aliados essenciais para atingir metas ambientais, promover a economia circular e modernizar os sistemas de recolha.

Ao depositar os resíduos num poço enterrado e manter à superfície apenas um marco discreto, estes equipamentos diminuem radicalmente o impacto visual e urbano, o que se revela particularmente valioso em centros históricos ou zonas residenciais de alta densidade. A compactação natural dos resíduos pelo seu próprio peso confere maior densidade ao depósito do que contentores tradicionais de superfície, aumentando a capacidade e reduzindo a frequência de recolha — o que, por sua vez, traduz-se numa menor pegada de carbono associada ao transporte e recolha dos resíduos.

Design, durabilidade e funcionalidade

Para além do seu design, a estrutura dos contentores Lasso é extremamente robusta e pensada para maior durabilidade e funcionalidade. O marco de deposição é fabricado em aço inoxidável AISI 304 — e em zonas costeiras ou com elevada salinidade oferece a opção de aço inoxidável de grau marítimo (AISI 316), para assegurar máxima resistência à corrosão. As cubas são monobloco em betão pré-fabricado classe C40/50, garantindo elevada resistência mecânica e ao fogo. Uma particularidade do modelo Green Bee é a sua construção modular, o que permite a substituição simples de qualquer elemento danificado, facilitando a manutenção e prolongando a vida útil do equipamento. A sinalética, frontal e de topo, é clara e resistente, facilitando a separação seletiva de resíduos pelos cidadãos, um passo crucial para aumentar as taxas de reciclagem.

Os contentores enterrados Lasso podem ser utilizados em todas as fileiras de resíduos incluindo a recolha de biorresíduos —indispensável para retirar matéria orgânica dos aterros e convertê-la em recursos úteis, como composto fertilizante ou biogás. Esta abordagem encerra o espírito da economia circular: resíduos passíveis de valorização deixam de ser lixo e tornam-se recursos valiosos. Em termos operacionais, os sistemas Lasso exigem manutenção mínima e permitem recolhas rápidas e seguras. Podem ainda ser adaptados com sistemas de controlo de acesso e monitorização de enchimento, facilitando a implementação de políticas de tarifação PAYT (“Pay As You Throw”) ou SAYT (Save As You Throw) e a otimização das rotas de recolha.

O contínuo investimento em I&D da Lasso assegura que os seus produtos acompanhem as necessidades reais das comunidades e dos municípios, desenhando soluções cada vez mais robustas, eficientes e adaptadas à sustentabilidade urbana.

*Este texto foi publicado na edição 114 da Ambiente Magazine.