ISQ marcou presença na conferência “Energia Reinventada – O Papel das Micro-redes na transição energética”

ISQ marcou presença na conferência “Energia Reinventada – O Papel das Micro-redes na transição energética”

Categoria Ambiente, Energia

O ISQ marcou presença na conferência “Energia Reinventada – O Papel das Micro-redes na transição energética”. “Partilharam-se conhecimentos e perspetivas entre os múltiplos stakeholders envolvidos no ecossistema energético, debatendo-se os novos desafios e oportunidades para o setor”, refere a entidade em comunicado.

O setor energético vive uma transformação sem precedentes. As energias renováveis vão necessitar, cada vez mais, de redes elétricas resilientes. Os custos decrescentes da energia de origem renovável e do armazenamento aliados ao processo de descarbonização das economias, abrem portas para um novo paradigma: Micro-redes.  Tratam-se de sistemas de distribuição de eletricidade que têm recursos de energia próprios, podendo estar ligadas à rede principal de energia ou não.

O ISQ tem uma longa tradição na prestação de serviços para o setor da energia, em particular na análise de condição e vida restante de centrais térmicas e geradores eólicos, e na prestação de serviços de eficiência energética para clientes industriais. Pedro Antão Alves, diretor comercial do ISQ, realça que “as Micro-redes representam uma grande oportunidade para o ISQ que tem competências para apoiar a descarbonização e a descentralização da geração de energia baseada em recursos endógenos, como sejam a energia solar e a proveniente de biomassa.”

Este novo ecossistema de energia distribuída irá, assim, criar novas tendências e oportunidades, representando em certos casos uma alternativa à produção, transporte, distribuição e comercialização tradicional de energia elétrica.

A capacidade das Micro-redes em reunir tecnologias e melhorar a qualidade, confiabilidade e resiliência das redes de energia fará com que sejam um elemento de disrupção no sector ao mesmo tempo que promovem uma redução dos custos para o consumidor final bem como de emissões de CO2. Embora a curto prazo não esteja previsto que grande parte dos consumidores se “desligue” da rede tradicional, o crescimento do setor energético pela via da digitalização e descentralização é já uma realidade.