Fundação Moeve expande Prémios a Portugal para impulsionar transição ecológica justa
Esta evolução marca uma nova etapa na ação social da Fundação em solo nacional. Após 17 edições dos anteriores “Prémios ao Valor Social”, a iniciativa transforma-se agora nos Prémios Fundação Moeve, elevando a fasquia para o reconhecimento de projetos que unam a proteção ambiental ao desenvolvimento das comunidades. O objetivo é claro: catalisar uma transição ecológica justa e inclusiva em toda a Península Ibérica, garantindo que a inovação não deixa ninguém para trás.
Com a inclusão de Portugal nesta edição, os Prémios Fundação Moeve pretendem catalisar o ecossistema diversificado de agentes portugueses, desde startups tecnológicas e PME até instituições de ensino e entidades do setor social. O objetivo é apoiar projetos que apresentem soluções concretas para desafios como a economia circular, a mobilidade sustentável e a recuperação ambiental.
Após o sucesso alcançado em 2025, com 214 candidaturas recebidas, um crescimento de 50% em relação ao ano anterior, a Fundação reforça agora o seu papel como motor de mudança na Península Ibérica.
Desde a sua criação, estes Prémios têm funcionado como uma plataforma de impulso para entidades que trabalham na convergência entre tecnologia, conservação e inclusão. Ao assumirem agora a identidade da própria Fundação, os prémios refletem a ambição de consolidar a inovação e a sustentabilidade como eixos transversais da sua ação social.
Nas palavras de Teresa Mañueco, diretora da Fundação, “o verdadeiro valor dos projetos emergentes e inovadores reside na sua capacidade de promover uma transição ecológica justa, gerando um impacto social e ambiental real. Com esta terceira edição dos prémios, reforçamos um modelo de colaboração que impulsiona soluções sólidas para os desafios do presente e do futuro, integrando a proteção do ambiente com o desenvolvimento das comunidades”.
Projetos de impacto para uma transição ecológica justa
A convocatória procura projetos em fase intermédia ou avançada de desenvolvimento que possam demonstrar resultados significativos e capacidade de escalar o seu impacto. As iniciativas devem enquadrar‑se em áreas chave para a transição ecológica justa, tais como: economia circular, consumo responsável, mobilidade sustentável, acesso a energias renováveis, recuperação ambiental, formação para o emprego verde e inovação social.
A dotação total dos prémios ascende a 120.000 euros, que serão distribuídos por um máximo de três projetos vencedores, selecionados por um júri de especialistas. Além do apoio financeiro, os galardoados receberão um acompanhamento especializado através de sessões de mentoria para potenciar o alcance e a consolidação das suas propostas.
O prazo para a apresentação de candidaturas termina a 11 de março de 2026. Poderão participar pessoas singulares ou coletivas de pequena a média dimensão, públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, como startups, entidades sociais, pequenas empresas, instituições de ensino, ONGs, fundações e associações.