Politécnico de Leiria junta-se a projeto de angariação de fundos para a construção de furos de água potável em países em desenvolvimento

Politécnico de Leiria junta-se a projeto de angariação de fundos para a construção de furos de água potável em países em desenvolvimento

Categoria Águas, Ambiente

Um grupo de estudantes da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM) do Politécnico de Leiria aliou-se à “Thirst Project”, uma organização sem fins lucrativos que tem como missão acabar com a crise mundial da água através da angariação de fundos para a construção de furos de água potável em países em desenvolvimento. O projeto chegou recentemente a Portugal e já tem múltiplas equipas em escolas e faculdades, lê-se no comunicado do Politécnico de Leiria

” O ´Thirst Project`pretende pôr fim ao sacrifício de mais de 600 milhões de pessoas que têm a árdua tarefa de percorrer um caminho durante seis a oito horas diárias para irem buscar água suja e contaminada. Com a angariação de dinheiro através de equipas formadas em escolas e faculdades, o objetivo é construir um furo onde existe água subterrânea suficiente, protegida de parasitas e bactérias, para as comunidades que precisam dela. Devido à quantidade e à qualidade da água subterrânea das áreas em que a organização trabalha, construir furos é a solução mais sustentável”, explicam os estudantes da ESTM, que decidiram juntar-se ao projeto.

“Pretendemos dar o nosso contributo para que a organização possa cumprir os seus objetivos, nomeadamente diminuir a taxa de mortalidade infantil em 90% e as taxas de doença em 80%, aumentar os níveis de saúde, possibilitar a entrada das mulheres no mercado de trabalho, contribuindo economicamente para as suas famílias, e permitir que as crianças frequentem a escola, de forma a receberem educação e instruírem-se”, apontam os jovens.

A constituição da equipa “Thirst Project ESTM” vai não só permitir aos estudantes trabalhar em grupo e planear mais ideias, mas também executar de uma forma mais eficaz as atividades propostas e “tornar toda esta aventura muito mais divertida”, acrescentam. “Nós, jovens, somos os agentes de mudança social mais potentes de todos e é nossa pretensão, com este projeto, além de todas as razões anteriormente mencionadas, sensibilizar o máximo de pessoas para esta causa e angariar o maior lucro para ajudar quem mais precisa”, acrescentam os estudantes.

Até ao momento, a equipa da ESTM conta com mais de 10 participantes, estando aberta à participação de mais estudantes. Os interessados em participar no projeto de voluntariado podem contactar a equipa através do Instagram “Thirst Project ESTM”.

A sociedade civil pode igualmente contribuir para o projeto e para a concretização da missão de levar água potável aos países em desenvolvimento, mediante a doação de fundos através do link.