“Queremos deixar a nossa pegada ecológica tentando incutir o uso das energias renováveis”

“Queremos deixar a nossa pegada ecológica tentando incutir o uso das energias renováveis”

A marcar presença na Green Business Week, que decorreu de 15 a 17 de março, no Centro de Congressos de Lisboa, a francesa Voltalia esteve pela primeira vez a apresentar a marca em Portugal e a apresentar os produtos da marca MPrime. A empresa do setor das energias renováveis trabalha atualmente em quatro categorias distintas: eólico, solar, biomassa e pequenas hídricas.

Em declarações à Ambiente Magazine, José Carlos Amador, Global Manager no departamento de Marketing e Comunicação, sublinha que “um dos principais objetivos da empresa é a responsabilidade ambiental e também social”.

Além disso, explica que a Voltalia “vende serviços de desenvolvimento de EPC (Engenharia, Projeto, Consultoria) e serviços de operação e manutenção”. A par disso, o grupo tem também um canal de distribuição através da marca MPrime. “Essa sim, apresenta soluções fundamentalmente solares para o mercado residencial, nomeadamente painéis solares, kits de autoconsumo, soluções para sistemas isolados, carregadores”, afirma.

Neste Green Business Week, refere, optaram por trazer a MPrime, “por serem produtos relacionados com a eficiência energética”. ” Temos uma vasta gama de produto como os kits modulares que podem ser ampliados; temos soluções como baterias ou armazenamento. Para ter uma ideia há uma marca conhecida de carros, a Tesla, e nós somos uma das empresas que comercializa baterias Tesla. A MPrime é uma marca onde fazemos distribuição a nível internacional, com plataforma online”, declara.

Por fim, e numa altura em que a MPrime tem uma rede que cobre todo o país, com cerca de 45 a 50 instaladores, o responsável admite que “os grandes estão a chegar” e que um dos grandes objetivos da empresa passa pela descarbonização.  “Entendemos que o uso das renováveis e a nossa forma de estar enquanto Voltalia vai ao encontro disso. Queremos deixar a nossa pegada ecológica tentando incutir o uso das energias renováveis”, termina.

Ricardo Gonçalves