Renascimento: Limpeza e recuperação de filtros de partículas

Renascimento: Limpeza e recuperação de filtros de partículas

O Eco Filtro é um serviço de recuperação de filtros de partículas (FAP) desenvolvido pela Renascimento, que visa promover o desenvolvimento sustentável e reflete os objetivos da economia circular, bem como o trabalho da empresa na reciclagem/reutilização do material que recebe, minimizando, o mais possível, o seu impacto no meio ambiente, entrando num processo integrado de cadeia de valor.

Trata-se de uma lavagem pormenorizada, através de um sistema de limpeza reversa com adição de enzimas. Estas, juntamente com água quente pulsada a pressão, atuam para que qualquer resíduo de fuligem que esteja petrificado seja removido e o filtro fique limpo.

A Renascimento associa a este método uma garantia de um ano ou 60000kms. O Eco Filtro não apresenta cortes nem soldaduras e a empresa assegura a entrega do filtro em 24 horas após a receção. O sistema permite ainda a produção de um relatório de qualidade. O equipamento é certificado e operado por técnicos qualificados, e a empresa disponibiliza o serviço para veículos ligeiros e pesados. Aquando da devolução do filtro ao cliente, é entregue uma check-list de verificações a ter em conta na sua montagem.

Esta solução está orientada para as oficinas e marcas de automóveis, pretendendo melhorar a oferta disponível e o meio ambiente.

Como metas a curto e médio prazo, a Renascimento pretende terminar a nova linha de triagem e tratamento de resíduos recicláveis da Renascimento Norte, concluir a implementação da Auto-Renascimento (venda de peças de automóvel usadas e abate de viaturas em fim de vida) e entrar em velocidade cruzeiro com o já referido serviço Eco Filtro.

Recentemente, a Renascimento foi distinguida como PME Líder 2017 e PME Excelência 2017, pelo IAPMEI, o que, apesar de não mudar nada no dia-a-dia da sua atividade, poderá, frisa Elsa Nascimento, diretora executiva da empresa, “facilitar a negociação com a banca em caso de pretendermos recorrer a crédito bancário e, sobretudo, se estivermos a pensar em trabalhar com outra entidade bancária”.

Este artigo foi publicado na edição 78 da Ambiente Magazine.