Solim: “Foi uma mais valia” marcar presença no Encontro Nacional de Limpeza Urbana

Solim: “Foi uma mais valia” marcar presença no Encontro Nacional de Limpeza Urbana

Categoria Advisor, Empresas

A Solim é uma empresa que comercializa equipamentos para a higiene e limpeza urbana, disponibilizando viaturas de recolha e contentores, entre outras facilidades. Faz também a gestão de resíduos orgânicos e de ecocentros e disponibiliza aos residentes equipamentos PAYT (Pay as you throw), além de toda a eletrónica envolvente.

Entre os dias 29 de junho e 1 de julho, a empresa com sede na Portela e com instalações em Oeiras, marcou presença no III Encontro Nacional de Limpeza Urbana. Este ano, o evento que decorreu no Altice Forum Braga contou com um espaço expositivo, o Urban Cleaning Expo, com 5.000 m2, onde foi possível às empresas darem a conhecer as mais recentes inovações do setor, entre camiões, varredoras, papeleiras e equipamentos de segurança.

À Ambiente Magazine, Carolina Cavaleira, coordenadora de projetos da Solim, faz um balanço muito positivo dos três dias de Encontro: “Muitos clientes a visitar o stand e outras pessoas com interesse em consultar a empresa sobre os serviços que oferecemos: foi uma mais-valia participar”.

A pandemia da Covid-19 provocou grandes e profundas alterações às várias empresas que prestam serviços essenciais. No caso da Solim, isso não foi exceção: “Houve dificuldade na gestão do pessoal no terreno que com o confinamento prejudicou em muito o dia-a-dias destes trabalhadores”. Ainda assim, a empresa continuou com o plano de projetos que estavam previstos, pelo que não sentiu “grandes dificuldades” ao nível do mercado: “São projetos contínuos e recebemos novos projetos”.

Sobre o panorama atual do setor dos resíduos em Portugal e, numa altura em que o PAYT e os resíduos orgânicos estão na ordem do dia, a coordenadora de projetos acredita que o foco deve passar pela sensibilização: “O povo português se não for bem sensibilizado não vai aderir muito bem ao PAYT”. Por isso, os esforços devem estar centrados na “educação ambiental” que começa nas escolas, bem como “forçar a fiscalização perante os municípios” e “garantir que as pessoas que cumprem e quem não cumprem têm regras diferentes e consequências diferentes”, defende.