Tarifário dos carregamentos de veículos elétricos divulgado em “meados de outubro”

Tarifário dos carregamentos de veículos elétricos divulgado em “meados de outubro”

Categoria Ambiente, Energia

Os tarifários dos carregamentos rápidos de veículos elétricos serão divulgados em “meados de outubro”, informou a gestora da rede Mobi.e, no âmbito do anúncio do Governo sobre o início do pagamento em novembro.

Em declarações à agência Lusa, fonte oficial da Mobi.e referiu que os preços dos carregamentos serão divulgados em “meados de outubro”, três dias depois de o secretário de Estado adjunto e do Ambiente, José Mendes, ter anunciado que os pagamentos nos carregadores começam em novembro.

“Vamos arrancar com os pagamentos dos carros elétricos na rede a partir de 1 de novembro. Teremos em meados de outubro um acordo com os operadores de pontos de carregamento”, anunciou o governante, numa conferência sobre mobilidade e citado pela publicação Dinheiro Vivo.

O início do pagamento em postos de carregamento rápido (PCR) chegou a estar agendado oficialmente para julho de 2017.

Em junho passado, quando os utilizadores esperavam novidades ainda no verão, o Ministério do Ambiente não deu informações sobre este processo nessa altura, enquanto a Mobi.e dizia que continuava “a trabalhar para que seja o mais rápido possível”.

Antes, em fevereiro, o presidente da Mobi.e, Alexandre Videira, explicou que decorria o trabalho para o início do pagamento na rede de PCR (45 kW a 50 kW) até “ao primeiro semestre” e que nos carregamentos normais (3,6 kW a 22 kW) de veículos aconteceriam “mais para o final do ano”.

Um mês antes, o secretário de Estado do Ambiente, José Mendes, informava estar a decorrer a “fase final dos testes”.

Os PCR possibilitam um carregamento de 80% da bateria em 20 a 30 minutos.

Segundo informação da tutela quanto aos incentivos à compra de veículos elétricos, houve nos automóveis 1.303 candidaturas recebidas e 83 excluídas, enquanto nos pedidos para motociclos e ciclomotores foram registadas 26 candidaturas e a exclusão de três.

Em nenhuma das tipologias há candidaturas em lista de espera, lê-se também no portal do fundo ambiental.

“Após atribuição de 1000 incentivos previstos numa das categorias (automóveis ou motociclos/ciclomotores), as candidaturas remanescentes que tenham sido submetidas nessa categoria passam a estar em lista de espera”, refere-se no portal, onde se acrescenta que “caso não tenha sido atribuído o número máximo de incentivos a uma das categorias anteriores, o valor não atribuído transitará para a outra categoria, sendo o incentivo atribuído às candidaturas elegíveis que estejam em lista de espera”.