O documento da ERSAR, com dados relativos a 2024, aponta uma média nacional de 26,5% para o indicador Água Não Faturada, que contabiliza a água que se perde durante o abastecimento, antes de chegar às torneiras dos consumidores, devido a roturas, fugas ou avarias.
Analisando os dados para as entidades em baixa (que garantem o abastecimento à população), observa-se que os municípios com menores desperdícios são Santo Tirso e Trofa, com gestão conjunta garantida pela INDAQUA. O resultado de apenas 7,2% de perdas é o mínimo histórico alguma vez registado por municípios portugueses.
No ranking nacional, seguem-se os resultados de Vila do Conde (8,7%), Matosinhos (9,1%) e Barcelos (9,8%). Em todos eles o abastecimento é gerido pelo Grupo INDAQUA, que, na média das suas oito concessões municipais em Portugal, alcançou uma média de perdas de 10,9%.
“A gestão de perdas envolve uma monitorização muito apertada das redes, garantida tanto por tecnologia de sensorização e análise de dados, como por uma rápida resposta das equipas no terreno a constrangimentos no abastecimento. Este controlo rigoroso tem permitido, nas empresas do Grupo INDAQUA, reduzir perdas de forma consecutiva e alcançar estes resultados de referência”, explica Pedro Perdigão, CEO do Grupo INDAQUA.
Reforçando que “a eficiência ainda se mantém como um problema crónico no abastecimento português”, Pedro Perdigão avança: “A eficiência está entre as prioridades do programa governamental «Água que Une». Urge agora implementar as medidas previstas no terreno, para, nos próximos anos, os números reflitam uma mudança nos resultados de eficiência nacionais”.







































