MEO Sudoeste protege corujas que fizeram do recinto a sua casa

MEO Sudoeste protege corujas que fizeram do recinto a sua casa

Na 23.ª edição do MEO Sudoeste, o MEO — marca da Altice Portugal — apresenta um forte reforço a nível tecnológico e de infraestruturas, com o intuito de oferecer aos festivaleiros todas as condições para se manterem sempre ligados e estarem a par de todas as novidades do festival, e ainda no que toca à sustentabilidade.

Mas não só de tecnologia se faz esta edição do MEO Sudoeste. Entre o verão de 2018 e o verão de 2019, uma família de corujas-das-torres escolheram o pórtico de entrada do recinto para viver. Sendo o MEO uma marca de causas, nesta edição em especial, a principal causa do MEO será o de preservar e proteger este habitat, já que é a casa de todos os festivaleiros durante nove dias mas a Casa da Coruja durante o ano inteiro.

Neste sentido, com o objetivo de sensibilizar os festivaleiros a cumprirem a sua parte e a manterem limpo o espaço que cada um ocupa no campismo do Festival, serão realizadas um conjunto de ações, com brigadas de voluntários para ajudar na sua limpeza ao longo dos dias do Festival, assim como outras ações ao nível da responsabilidade social e da sustentabilidade. Como é o caso da instalação de uma Coruja, produzida pela artista urbana portuguesa Catarina Glam, e que será desenvolvida ao longo dos dias do Festival com materiais recicláveis.

O MEO Sudoeste 2019 realiza-se de 6 a 10 de agosto, na Herdade da Casa Branca, e como já é tradição, com a abertura do campismo no sábado anterior, dia 3 de agosto, com música logo desde este primeiro dia, e com todas as infraestruturas necessárias em funcionamento.