Waste To Me quer dar um “sangue diferente” ao mercado do ambiente

Waste To Me quer dar um “sangue diferente” ao mercado do ambiente

Categoria Advisor, Empresas

O Altice Forum Braga foi palco, durante três dias, do III Encontro Nacional de Limpeza Urbana. Promovido pela Associação Limpeza Urbana (ALU) – Parceria Para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis, o evento contou, este ano, com a estreia de um espaço expositivo, o Urban Cleaning Expo, com 5.000 m2, onde foi possível conhecer as mais recentes inovações do setor, entre camiões, varredoras, papeleiras e equipamentos de segurança.

A Ambiente Magazine foi ao encontro da Waste To Me, uma empresa que nasceu em 2020 para dar respostas ao mercado com uma oferta diferente, em produto e serviço: “Queremos dar um sangue diferente ao mercado do ambiente”, assegura Pedro Tomé, CEO da Waste To Me. Com sede no Seixal, a empresa rege-se por “criar valor à área dos resíduos”, com base em três pilares: “Exigência, compromisso e dedicação: a nossa missão é oferecer um serviço de qualidade, no espaço temporal e de acordo com os requisitos dos clientes”.

Apesar de ter nascido numa altura mais crítica, marcada pela pandemia da Covid-19, o balanço do primeiro ano não podia ser mais positivo: “Quando iniciámos este caminho, nem nas melhores previsões pensávamos que estávamos onde estamos agora: estamos muito felizes e a ter uma aceitação muito grande por parte dos nossos clientes”. As Câmaras Municipais, os operadores privados ou as associações municipais são o principal mercado da Waste To Me.

“Uma presença estratégica”. É assim que Pedro Tomé explica a presença da empresa no III Encontro Nacional de Limpeza Urbana: “É o local ideal para os clientes conhecerem os nossos produtos”. O saco 100% compostável é produto em destaque no stand: “Os resíduos que são colocados dentro do saco são depositados na terra: o saco decompõe-se juntamente com os resíduos e desaparece sem ter qualquer tipo de plástico associado”, explica.

Questionado sobre o panorama atual dos resíduos em Portugal, Pedro Tomé constata que nem a pandemia fez estagnar o setor: “É um setor que está em desenvolvimento e se quer dinamizar: tem caras novas e há muitas coisas para fazer nestas área”.

Cristiana Macedo, no III Encontro Nacional de Limpeza Urbana, em Braga