Caixa Económica Montepio Geral ajuda na plantação de 3.500 árvores para reflorestar Folgosinho

Caixa Económica Montepio Geral ajuda na plantação de 3.500 árvores para reflorestar Folgosinho

Os colaboradores da Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) vão ser desafiados a plantar uma árvore no próximo dia 9 de fevereiro em Folgosinho, no concelho de Gouveia, uma das zonas mais afetadas pelos incêndios florestais de outubro de 2017. O objetivo é plantar 3500 árvores.

Esta plantação de bétulas, carvalhos e castanheiros é o resultado da ação de Natal da instituição bancária, que se associou a esta causa solidária com o objetivo de contribuir para a reflorestação do País. “Este ano o Natal tem outra cor” foi o lema adotado nesta ação da CEMG que, ao oferecer uma árvore por cada colaborador, representa de forma simbólica o apoio de toda a instituição a esta população vítima dos incêndios, ao mesmo tempo que se compromete a levar a sua cor – o amarelo – e o verde das árvores à região centro do País.

Esta ação da CEMG é realizada em parceria com a Folgonatur, uma associação recém-criada e que nasceu com o objetivo de reflorestar Folgosinho e recuperar a flora e a fauna afetadas pelos incêndios. Com uma área ardida de 1.500 hectares na freguesia de Folgosinho, o plano da Folgonatur para 2018 é reflorestar 100 hectares. No próximo fim de semana, a CEMG vai ajudar a recuperar cerca de três hectares.

A plantação das 3.500 árvores pela CEMG vai acontecer no âmbito da iniciativa “Plantar no Entrudo”, uma ação promovida pela Folgonatur nos dias 9 e 10 de fevereiro e que prevê a plantação de 7.500 árvores. No dia 9, a ação será desenvolvida através de voluntariado corporativo, com colaboradores do grupo Montepio, numa iniciativa liderada pelo Gabinete de Responsabilidade Social da Associação Mutualista, e no dia 10 através de voluntariado geral. O objetivo da Folgonatur é que o “Plantar no Entrudo” passe a ser uma ação anual.

Além das 3.500 árvores, a CEMG doou também à Folgonatur equipamento e material de escritório a ser usado na sede da associação. Também a Fundação Montepio diz ter contribuido para o desenvolvimento deste projeto com o valor de seis mil euros.