ERSE: Endesa lidera o segmento dos grandes consumidores em Portugal com 24,8% de quota de mercado

ERSE: Endesa lidera o segmento dos grandes consumidores em Portugal com 24,8% de quota de mercado

Categoria Advisor, Empresas

A Endesa consolida-se como o segundo operador em Portugal e continua a aumentar as suas quotas de mercado, tanto em electricidade como no gás natural. Recentemente, a companhia atingiu 500 mil clientes em Portugal, considerando particulares e empresas, diz a empresa em comunicado.

Conforme os dados do boletim mensal da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), de Setembro, sobre o Mercado Liberalizado de Electricidade, a Endesa “lidera o segmento dos grandes consumidores em Portugal, com 24,8% de quota de mercado”.

Em todos os segmentos, a Endesa está muito focada na “digitalização e inovação”, para “melhorar a experiência do cliente em todas as gestões” com com a companhia. Por exemplo, no residencial, há anos lançou a factura digital interativa, uma factura digital que serve como app para realizar as principais gestões. Também, recentemente, lançou a “nova fatura em papel com um layout mais claro, mais simples e fácil de compreender”, que incorpora um “código QR”, para que “os clientes possam de forma fácil e simples, realizar as suas gestões online”, destaca em comunicado. Os dados da ERSEo revelam que, no segmento residencial, a Endesa é a comercializadora que “maior número de clientes captou desde janeiro, tanto em eletricidade como no gás natural”.

Para Nuno Ribeiro da Silva, diretor-geral da Endesa em Portugal, “as vendas aumentaram um  49% vs 2019, o que significa um incremento de mais de 70 mil contratos num só ano, conseguido através de um crescimento orgânico, algo que nenhuma outra comercializadora energética conseguiu no mercado ibérico.  A nossa estratégia em Portugal baseia-se na transparência, na inovação e na sustentabilidade. O objetivo de Endesa é dar ao consumidor residencial um fornecedor de energia que ofereça um serviço de qualidade com preços justos. Uma companhia mais pequena, ágil e  transparente.  Mas, com o respaldo de solidez e solvência do Grupo Endesa, líder no mercado ibérico, e da Enel que é a primeira utility de Europa”.

Também, no segmento empresarial B2B, Nuno Ribeiro da Silva realça que “queremos consolidar a nossa posição de líder natural no setor da electricidade, dentro do mercado empresarial português. Neste momento temos uma quota no segmento empresarial de aproximadamente 22,4%. O nosso objetivo é crescer em número de clientes em todos os segmentos, com especial foco no segmento de menor consumo e também no setor público. Na comercialização do gás natural, a Endesa está também presente no empresarial (B2B) com uma quota de 12,8% nos Grandes Clientes e com o objetivo de manter o segundo lugar. A nossa estratégia empresarial é estar sempre junto dos nossos clientes, porque são o “ADN” da Endesa desde o primeiro  momento”.

Campanha Comercial

Para comemorar o relevante marco dos 500 mil clientes, a Endesa lançou uma nova campanha comercial, com o claim: “Hoje escolha um desconto que dura para sempre”, baseada na “Tarifa Aniversário” e os descontos para sempre. Esta inovadora tarifa oferece uma fatura gratuita de luz e gás, todos os anos, e um desconto de boas-vindas de 60 euros. A campanha está a ser divulgada nos meios digitais,  TV, rádio, mupis pelas principais cidades do país, metro e eléttricos.

Desenvolvimento e foco nas energias renováveis

Além do aumento nas quotas de mercado, a Endesa também retoma a aposta em Portugal na produção de eletricidade a partir das  energias renováveis, com especial foco na energia solar. Recentemente, Endesa Generación Portugal – subsidiária de Endesa, do Grupo Enel-, ganhou um lote de 99 MW de potência solar no segundo leilão de energias renováveis promovido pelo Governo português. A central, localizada no Algarve, será desenvolvida, construída e operada pela empresa de renováveis do Grupo Enel, Enel Green Power, e constituirá o primeiro projeto renovável com armazenamento do grupo na Península Ibérica.  O projeto, cuja entrada em funcionamento está prevista em 2024, estará localizado no Algarve e a sua construção terá um investimento aproximado de 90 milhões de euros, refere a empresa.