Indaqua investe mais de 1,8 milhões de euros em alargamento de redes de água e saneamento em Vila do Conde

Indaqua investe mais de 1,8 milhões de euros em alargamento de redes de água e saneamento em Vila do Conde

Categoria Advisor, Empresas

Está em marcha uma nova empreitada de alargamento de redes de água e saneamento em Vila do Conde, que chega agora às freguesias de Bagunte, Ferreiró, Outeiro Maior e Parada, informa a Indaqua, entidade gestora, responsável pelo concelho.

Com esta obra, que integra a última fase do Plano de Investimentos definido entre a concessionária e a Câmara Municipal de Vila do Conde e se traduz num “investimento superior a 1,8 milhões de euros”, dotar-se-á a “totalidade do concelho destas infraestruturas essenciais”, refere o comunicado.

De acordo com a Indaqua, a conclusão do projeto e, consequentemente, do Plano de Investimentos está prevista para 2021 e fixará a taxa de cobertura de saneamento nos 93,38% (face aos 64,96% registados no início da concessão, em 2009) e a cobertura da rede de abastecimento de água nos 98,63% (inicialmente de 73,87%).

Desde o arranque da concessão, e no âmbito do Plano de Investimentos então definido, a Indaqua já aplicou mais de 50 milhões de euros no alargamento de redes, sendo que o compromisso da concessionária para com a manutenção da qualidade das redes de água e saneamento operadas prevê ainda investimentos associados a intervenções de melhoria num valor superior a 16 milhões de euros, dos quais foram aplicados, até ao momento, cerca de 4,8 milhões.

Alexandre Leal, diretor-geral da Indaqua Vila do Conde, refere que “os sólidos investimentos que temos realizado no município permitem-nos, por um lado, fazer chegar água com qualidade comprovada à toneira dos consumidores e, por outro, dar às águas residuais o correto encaminhamento para tratamento nas ETAR”. No entanto, acrescenta, “sabemos que existe ainda uma parte da população que, apesar de ter acesso à rede pública, continua a optar por sistemas particulares, como os furos e as fossas, o que, para além de constituir um risco para a saúde pública, é também um risco ambiental devido à possibilidade de provocarem contaminações dos recurso hídricos superficiais e subterrâneos, pelo que continuaremos empenhados na sensibilização da população para esta questão e a adoção de comportamentos mais responsáveis”.

As obras vão decorrer de acordo com as normas de prevenção, proteção e segurança que constam no Plano de Contingência da Indaqua e nas diretrizes da Direção Geral da Saúde, em vigor a nível nacional.