As operações de reflorestação de áreas ardidas em Portugal só deverão estar no terreno em Março do próximo ano. Antes é preciso fazer a recuperação dos solos avança a edição de hoje do Diário de Notícias. “O fundamental agora, que temos de garantir, é a intervenção nos terrenos, de emergência pós incêndios através de medidas que estão a ser programadas para a limpeza do material queimado e recuperação de linhas de água”, disse o ministro da Agricultura no final de uma visita ao distrito da Guarda onde iniciou um périplo de dois dias pelas áreas ardidas. António Serrano revelou que “só depois desse trabalho realizado é que a reflorestação pode começar”. “Provavelmente depois de Março e de forma planeada para não cometermos os mesmos erros que certamente foram cometidos no passado”, como informa o DN.”
O próximo fator crítico da Transição Energética não é a capacidade, é a inteligência
Por Tiago Santos, CEO of Enlitia O setor europeu das energias renováveis alcançou algo notável. Em apenas algumas décadas, transformámos...








































