Schneider Electric comprometida com a sustentabilidade na COP22

Schneider Electric comprometida com a sustentabilidade na COP22

A Schneider Eletric, especialista em gestão de energia e automação, anunciou em comunicado que se tornou parceira oficial da COP22, que decorreu entre 7 e 18 de novembro, em Marraquexe (Marrocos), apresentando uma atualização dos seus dez compromissos.

As alterações climáticas são uma preocupação da marca, que em novembro de 2015, na véspera da COP21 (que se realizou em Paris), “intensificou os seus objetivos de desenvolvimento sustentável com o propósito de alcançar a neutralização de carbono na empresa e no seu ecossistema, durante os próximos 15 anos, através dos seus produtos e das suas soluções”, lê-se na nota.

Um ano depois, o grupo apresentou uma atualização dos seus dez compromissos:

– Garantir a quantificação do impacto do dióxido de carbono (CO2) a 100% dos novos projetos de grande dimensão de clientes;

– A conceção das novas ofertas com o Schneider Eletric ecoDesign Way e alcançar 75% da receita do produto com o rótulo ecológico Green Premium;

– Evitar 120.000 toneladas de CO2 através de serviços de “fim de vida” de Economia Circular;

– Facilitar o acesso à iluminação e comunicação com soluções de baixo consumo de carbono para 50 milhões de habitantes na Base da Pirâmide em 10 anos;

– Implementar iniciativas de armazenamento para desenvolver energia renovável e mini-rede;

– Solução de problemas de SF6 com novas alternativas em 5 anos e eliminação do SF6 dos produtos da Schneider Electric em 10 anos;

– Reduzir a intensidade energética da Schneider Electric em 3,5% ao ano;

– Reduzir as emissões de CO2 no transporte da Schneider Electric em 3,5% ao ano;

– Investir 10 mil milhões de euros em I&D de inovação em sustentabilidade nos próximos 10 anos;

– Emitir uma obrigação climática para financiar a I&D de baixa produção de CO2 em todos os negócios da Schneider Electric.

Estas são as metas mínimas estabelecidas para o grupo, correspondendo a uma redução de 2,1% em termos homólogos, desde 2015. As medidas vão, deste modo, contribuir para atingir a neutralidade do carbono no seu ecossistema até 2030.