O Estado já conseguiu reaver o investimento feito na construção do complexo do Alqueva, a título de contrapartida nacional de um projeto maioritariamente financiado pelo Fundo de Coesão e que, no total ascende a cerca de 2,5 mil milhões de euros. Essa é a conclusão de um estudo coordenado pelo economista Augusto Mateus, a ser apresentado em breve, de acordo com o Diário de Notícias, seis anos após a EDIA ter começado a comercializar água. Para os cálculos entra em consideração o acréscimo de impostos adicionais gerados na fase de construção, desde os pagos pelas empresas, a título de IRC, aos trabalhadores por via do IRS e das contribuições para a Segurança Social, para além de outros impactos na região ao longo dos 19 anos de obras.
De acordo com as estimativas, quando entrar em velocidade de cruzeiro, em cerca de cinco anos, o projeto Alqueva valerá cerca de 500 milhões de euros anuais para o Produto Interno Bruto. A maior parte desse contributo, 250 milhões, é gerada pela produção, 60 milhões pela agro indústria, 80 milhões pela energia e 30 milhões pelo turismo.
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